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Entrevista com o rapper brasileiro Abel

sábado, outubro 6, 2012 @ 07:10 PM Autor: evom

Além de esportes de ação, o evom tem uma forte veia musical. Durante um bom tempo tivemos banda e envolvidos com o mundo da música cristã de forma bastante ativa. Aqui no blog nós indicamos bandas cristãs e fazemos podcasts sobre o tema.

Hoje vou postar uma entrevista que fizemos com um jovem talento da música cristã que fiquei conhecendo por conta do blog, e quando ouvi o som fiquei admirado. Estou falando do rapper Abel.

Abel Hip-Hop

Abel Hip-Hop

O cara está na estrada desde 2000 e recentemente lançou seu primeiro trabalho solo. Misturando Reggae, Hip-hop, sons acústicos e analógicos mesclados ao vigor de bases pré-programadas em sintetizadores e samplers, Abel capricha nas rimas e composições.

A música “Nossa Vitória”, que faz parte do disco “Sai fora Caim”, é uma das mais tocadas em meu iPod e você pode fazer o download gratuitamente no site do Abel.

Confira abaixo a entrevista que fizemos com o rapper.

evom – Conte-nos um pouco como descobriu seu talento para a música e sobre sua trajetória como músico.

Abel – Na infância eu passava algumas tardes na casa da minha avó, tenho um tio que era músico e ensinava algumas melodias, dó ré mi fá, as de sempre, era aquele tio mais engraçado, ele tinha uma cara de axl rose mas tocava numa banda de pagode, aí tu já saca a mistura rs, ali eu criei gosto pela música… Na adolescencia herdei um teclado que meu pai tinha comprado, tentava tocar alguma coisa todos os dias, aprendi uns acordes em revistas de ensino básico, e entrei pra uma banda na igreja, de adolescentes. Após aquele momento de “turbulencias” e revoltas que todo adolescente passa, em 2000 formamos uma banda de rap, na qual eu era baterista, o nome da banda era 5apostolos, pelo que sei foi o primeiro rapgospel no estado de SC, depois a banda acabou, comecei a produzir para outros grupos, passei por outros grupos de rap também, hoje sou integrante do grupo Efikaz, mas no momento me dedico ao meu trabalho solo.

 

evom – Por que o hip-hop?

Abel – Bom, eu conheci o Rap com uns 10 anos de idade, nunca tive envolvimento com drogas, mas na igreja que eu ia tinha vários jovens que vieram da “correria”, e eu sempre conversava com eles, mais velhos, mesmo eu tendo pouca idade, talvez eles me vissem como um menino chato…rs… um deles me apresentou o primeiro CD de rap que ouvi, era rap gospel, a musica falava bastante sobre a consequencia do uso de drogas e tal, e po, aquilo ali era uma “revolução” pra mim, tinha vários amigos desses com problema com drogas e queria vê-los bem, etc. O rap que ouviamos mostrava que era possível mudar a situação, seja qual fosse, vencer na vida, etc, só que algumas das situações era necessário algo a mais.

Rapper Abel

Rapper Abel

evom – Você se dedica a música em tempo integral, ou tem outra atividade ou profissão?

Abel – Eu sou formado em administração e marketing, trabalho com uma marca chamada La Coroa Ropas, que é focada no hiphop e cultura latina, trabalho como freelancer para outras marcas, design gráfico, e me dedico aos trabalhos musicais (solo, produção, etc).

Entrevista com o Skatista Amador Bruno Placca

segunda-feira, fevereiro 27, 2012 @ 01:02 AM Autor: evom

Para nós do blog evom, fé e esporte de ação tem tudo a ver. Para o entrevistado de hoje também. Bruno Placca tem 20 anos de idade e pratica skate há 10 anos. Nascido em Sorocaba, interior de São Paulo, Bruno é skatista amador patrocinado pela New Skate, Ello Skate House, OSB Shapes e está na revista 100% Skate desse mês.

Nessa semana eu consegui contato com Bruno Placca e o convidei para uma entrevista aqui no blog evom. Ele topou e você pode conferir a entrevista com o skatista abaixo.

Bruno Placca

Bruno Placca

evom – Bruno, conte pra gente como você descobriu seu talento para o skate.

Bruno Placca – Então, eu tinha mais ou menos 8 anos e sempre via alguns meninos andando na rua em que eu morava, e sempre gostei; vira e mexe eu via na tv, depois de dois anos eu me mudei de lá, e onde fui morar, conheci dois meninos que são meus amigos até hoje, eles andavam de skate, ai não deu outra! Rs, só me incentivou ainda mais a pegar no pé do meu pai pra comprar um skate pra mim, ele comprou, e estamos ai até hoje.

evom – Nós sabemos que o skate é um esporte que exige muita dedicação e treino. Fale um pouco sobre sua evolução no skate e sobre os campeonatos de disputou.

Bruno Placca – É verdade, exige muita dedicação… Eu tento sempre estar andando em lugares diferentes, acho importante para a evolução, andar no mesmo lugar toda vez é osso (rs), desanima até. Em campeonatos, ano passado me dei bem no circuito Sampa Skate, encerrei o ranking na 4° colocação, fiquei em 26° no campeonato Brasileiro, não foi lá uma coisa ótima, mas só de estar presente, valeu a pena! Esse ano ganhei um Game of Skate, que rolou no Bola de Neve (Sorocaba- SP), e estou no aguardo do inicio dos circuitos.

Skatista Bruno Placca

Skatista Bruno Placca

evom – Nós somos da época em que o skate era considerado esporte de marginal e usuário de drogas. Você já enfrentou algum tipo de discriminação por ser skatista?

Bruno Placca – Já sim, algumas vezes. É entrar em um supermercado e segurança ficar indo atrás, é ônibus não parar… Mas, graças a Deus, as coisas vêm mudando agora. O skate está sendo mais valorizado, estão olhando com outros olhos, alguns até como uma profissão, e não somente uma brincadeira.

evom – Conseguir bons patrocinadores é o sonho de todo skatista que pensa em viver do esporte. Quais dicas você pode dar para aqueles que estão iniciando no skate e pensam em ter bons patrocínios?

Bruno Placca – É colocar primeiramente sua fé em Jesus Cristo, ser persistente; porque não é fácil! Procurar se dedicar o máximo possível, sempre que puder fazer umas filmagens, fotos, e nem se preocupar muito com o patrocínio, que na hora que menos esperar, ele vem.

evom – Você já sofreu alguma lesão grave andando de skate?

Entrevista com a surfista longboarder Thiara Mandelli

quinta-feira, fevereiro 9, 2012 @ 11:02 PM Autor: evom

Quem acompanha o blog sabe que além longboarders (skate), somos fãs dos esportes com prancha. Sempre que possível divulgamos informações legais sobre skate, snowboard, surf e afins. Às vezes rola até uma produção de vídeo :).

Já falei outras vezes que o blog nos proporcionou conhecer muitas pessoas legais. Em 2010 fizemos uma entrevista com a Lirou e nessa semana eu consegui uma entrevista exclusiva com uma surfista longboarder que conheci através do evom. Estou falando de Thiara Mandelli, surfista de Cristo e Tri Campeã paranaense de longboard.

Confira abaixo a entrevista que fiz com ela.

Longboarder Thiara Mandelli Basso

Longboarder Thiara Mandelli Basso

evom – Thiara, primeiramente obrigado por nos conceder essa entrevista. Gostaria de começar perguntando como você descobriu seu talento para o surf?

Thiara Mandelli – Paz galera, eu que agradeço pela oportunidade de poder falar de duas de minhas Paixões, o Surf e meu amor por Jesus. Descobri o surf de verdade em 2004, antes disso eu achava que seria impossível. Quando comecei a namorar o Luciano, hoje meu marido, vínhamos todos os finais de semana para praia, e com o tempo fui ficando curiosa, e aos poucos descobri o surf. Amor a primeira queda.

evom – Quando você decidiu que queria ser surfista profissional?

Thiara Mandelli – Em 2006, quando fui pela primeira vez competir no circuito profissional, percebi que era o que queria, desde então me dediquei totalmente à melhor profissão do mundo. Hehe

evom – Hoje o surf é um esporte bastante difundido entre homens e mulheres, mas já foi tachado como “coisa de vagabundo”, assim como o skate. Você sofreu algum tipo de discriminação quando optou pelo surf como profissão?

Thiara Mandelli – Não posso dizer que não, no começo minha família não entendia eu ter largado a vida na Capital (Curitiba), o curso de Direito e ter vindo para praia “virar surfista”. Aos poucos foram entendendo que era algo que eu amava, e logo se tornaram minha força.

evom – Como foi a experiência de ser campeã paranaense por três vezes?

Menina do Graffiti – entrevista com Lirou

segunda-feira, dezembro 27, 2010 @ 08:12 PM Autor: evom

Um dia deses eu estava navegando pela internet e descobri no Flickr o trabalho de uma menina grafiteira, isso mesmo uma menina grafiteira. Gostei tanto do traço (traço no graffiti é o termo utilizado para expressar o estilo e identidade do desenho) que fui atrás pra saber de quem era e se possível divulgar aqui no blog. Não só descobri como rolou uma entrevista, feita por e-mail.

Lirou, grafiteira de Porto Alegre

Conhecida como “Lirou” ou “Little”, Luciane Miranda nos contou um pouco de sua história no Graffiti e sobre sua caminhada com Cristo.

Confira a entrevista e fotos.